![]() |
| Imagem: O Globo |
O processo foi finalizado na última quinta-feira, com a concessão do Maracanã para o consórcio liderado pela empreiteira Odebrecht, e que conta ainda com as empresas IMX, do empresário Eike Batista, e a americana AEG. A expectativa era que o estádio fosse repassado ao consórcio ainda este mês. O governo estadual ainda não se pronunciou sobre a decisão.
No pedido para a suspensão da concorrência, o MP alega que a IMX foi favorecida no processo. Foi a empresa, braço na área de esportes e entretenimento do grupo EBX, de Eike Batista, que fez o estudo de viabilidade do projeto do novo complexo do Maracanã, que prevê as demolições do estádio de atletismo Célio de Barros, do parque aquático Julio Delamare e da escola municipal Friedenriech, que estão no entorno do estádio.
Além dessa proibição, o governo vai ter que enfrentar também os antigos administradores dos camarotes do estádio. Uma liminar da Justiça concedida às empresas Golden Goal Excel 3000 impediu que esse setor do estádio entrasse na licitação. As empresas, que exploravam esses espaços antes da reforma, alegaram que não há garantias de que poderão continuar gerenciando os camarotes após a concessão.
Autor: Vinculado ao diarionline.brasil

0 comentários :